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PROCTITE INFECCIOSA - DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL COM DII
Guerreiro C., Oliveira A. , Correia T., Sofia C.

A proctite é um problema comum, descrito frequentemente na doença inflamatória intestinal (DII). Pode, no entanto, associar-se a diferentes etiologias, em particular, infecciosas.

ABCESSO HEPÁTICO AMEBIANO: A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO
Santos P., Vitor S., Moura dos Santos P., Serejo F., Velosa J.

A amebíase é uma doença parasitária de distribuição mundial e com zonas endémicas nas regiões tropicais e subtropicais, sendo a terceira causa de morte por doença parasitária a nível global. As principais formas invasivas da doença são a colite amebiana e o abcesso hepático.

CORPOS ESTRANHOS PONTIAGUDOS – A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO.
Costa S., Rolanda C., Costa R., Costa J., Peixoto P., Gonçalves R.

A ingestão de corpos estranhos é particularmente frequente nos adultos com patologia psiquiátrica. No contexto de objectos pontiagudos a indicação para extração endoscópica vai além do esófago, onde a impactação é mais comum.

ENTEROSCOPIA DE PULSÃO DIRECTA E TERAPÊUTICA HEMOSTÁTICA EM HEMORRAGIA DIGESTIVA OBSCURA COMPLICADA DE CHOQUE POR VARIZ ECTÓPICA
Carmo J., Marques S., Barreiro P., Bispo M., Serra D.

A abordagem da hemorragia digestiva obscura complicada de choque constitui um desafio, principalmente quando a hemorragia de alto débito é intermitente, com achados negativos no momento da angiografia/angio-TC.

CARCINOMA DO ESÓFAGO: UMA FORMA DE APRESENTAÇÃO INVULGAR
Costa S., Gonçalves B., Costa R., Cruz M., Bastos P., Rolanda C., Gonçalves R.

O cancro esofágico é o 3º tipo mais comum de cancro digestivo e a sua incidência é superior nos homens com mais de 50 anos. As metástases cerebrais ocorrem em apenas 1.7-3.6% de todos os doentes com cancro esofágico.  Os autores apresentam um caso muito raro em que a metastização cerebral foi a forma de apresentação inicial de cancro esofágico. O caso é complementado com diversa iconografia.

REMANESCENTE TRAQUEOBRÔNQUICO ESOFÁGICO CONGÉNITO - RELATO DE UM ACHADO RARO
Silva M., Ramalho R., Peixoto A., Macedo G.

Remanescentes traqueobrônquicos esofágicos congênitos são uma condição rara, com poucos casos relatados na literatura. A falência do processo embrionário normal da separação do trato respiratório do esofágico pode resultar em remanescentes traqueobrônquicos como fístulas traqueo-esofágicas, quistos, divertículos ou estenose esofágica.

VOLUMOSO QUISTO PANCREÁTICO E COLESTASE: CAUSA E CONSEQUÊNCIA OU ACHADOS CASUAIS?
Rodrigues J., Carmo J., Silva I., Barreiro P., Bispo M., Pinto-Marques P., Chagas C.

A amiloidose primária é uma discrasia plasmocitária que resulta no depósito extracelular de proteína fibrilhar amiloide. Esta é uma doença multisistémica sendo os rins, coração e fígado os principais órgãos afectados. O papel da ecoendoscopia no diagnóstico de amiloidose está descrito na literatura, maioritariamente referente a casos com depósitos gastro-duodenais.

HIPERPLASIA NODULAR REGENERATIVA APÓS TRANSPLANTE HEPÁTICO COMPLICADO COM ESTENOSE DA VEIA CAVA INFERIOR
Coelho R. 1, Silva M. 1, Rodrigues S. 1, Rodrigues-Pinto E. 1, Silva R. 2, Carneiro F. 2, Macedo G. 1

Os autores descrevem um caso de HNR 4 anos após transplante hepático complicado com estenose da VCI. Esta entidade rara, cujo diagnóstico definitivo é realizado por histologia hepática, deve ser considerada no algoritmo diagnóstico de doentes com hipertensão portal após transplante hepático. O caso descrito tem particular interesse dado que a HNR surgiu após a transplantação hepática complicada com estenose da VCI o que poderá ter contribuído de forma determinante na transformação do parênquima hepático.

EXTENSA ULCERAÇÃO ESOFÁGICA NUM DOENTE TRANSPLANTADO RENAL
Silva M., Coelho R., Ramalho R., Maia T., Macedo G.

A infeção por Citomegalovírus associa-se a elevada morbidade e mortalidade em doentes imunodeprimidos, seja por infeção primária ou reativação de uma infeção latente. A esofagite é a segunda manifestação gastrointestinal mais comum, depois da colite. Considera-se pertinente a apresentação e discussão do caso devido à raridade da esofagite por CMV em doentes imunodeprimidos sem síndrome de imunodeficiência adquirida e pela iconografia associada.

NAS TREVAS DO DIAGNÓSTICO
Silva Fernandes J. , Ramos R., Vicente C., Pastor G., Casteleiro Alves C.

Nem sempre o mais óbvio responde a todos os mistérios na busca do diagnóstico.

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