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Mostrando produtos por etiqueta: ENDOSCOPIA

sexta-feira, 17 março 2017 18:01

CHECK-IN PARA A EMERGÊNCIA – UMA VIAGEM

Em qualquer contexto assistencial no Centro de Endoscopia Digestiva (CED) existe o risco potencial de despoletar uma situação de risco de vida ou compromisso de funções vitais a necessitar de tratamento imediato, implicando a transferência do utente para serviços diferenciados.

Publicado em 2016
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sexta-feira, 17 março 2017 18:00

O HIATO DO PROCEDIMENTO À ALTA ... RECOBRO

O recobro é uma valência no Centro de Endoscopia Digestiva, que deve privilegiar profissionais capacitados para a prevenção e deteção precoce de possivéis intercorrências adjacentes dos vários procedimentos, para a promoção da saúde, readaptação funcional, bem como, o bem-estar e auto-cuidado do utente.

Publicado em 2016
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sexta-feira, 17 março 2017 17:56

VIGILÂNCIA DE INFECÇÃO EM ENDOSCOPIA

Seguindo as recomendações categorizadas segundo os critérios da Sociedade Australiana de Endoscopia Digestiva e da DGS, o Centro de Endoscopia do CHP,  instituiu em Setembro de 2012 um "Protocolo de Vigilância de Infecção em Endoscopia". Procede-se assim, a um controlo microbiológico das máquinas de desinfecção, dos duodenoscópios e ecoendoscópios e trimestral dos endoscopios altos e colonoscópios. O equipamento sujeito a controlo só volta a ser utilizado após  resultado microbiológico de "estéril".

Publicado em 2016
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Os avanços tecnológicos e a expansão de procedimentos terapêuticos tem modificado exponencialmente o papel da endoscopia digestiva alta (EDA) na prática clínica. A par do aumento da complexidade técnica está, contudo, um potencial acréscimo de complicações associadas, nomeadamente perfurações.

Publicado em 2015

A ingestão de substâncias cáusticas é um dos principais domínios da Gastrenterologia de emergência, sendo a endoscopia utilizada como método de estratificação e prognóstico. Porém, para além de estar contra-indicada nas situações mais graves, não é desprovida de riscos e a sua utilidade é discutível nos casos de doentes assintomáticos, sem lesões da orofaringe. Propomos a criação de um modelo clínico-laboratorial para identificar doentes com lesões de alto (LAR) e baixo risco (LBR), sem necessidade de endoscopia.

Publicado em 2015

Até 1/3 dos doentes com colite aguda severa apresentará resposta insuficiente aos corticoides necessitando de terapêutica de resgate ou cirurgia. O atraso na cirúrgico encontra-se associado a um aumento das complicações pós-operatórias. A endoscopia poderá desempenhar um papel prognóstico importante neste grupo de doentes.

Publicado em 2016

Estima-se que até 80% dos doentes com Doença de Crohn (DC) irão ser submetidos a uma cirurgia em alguma fase da sua doença e até 90% dos doentes terão recorrência endoscópica dentro de 12 meses após cirurgia. Desta forma, torna-se importante identificar preditores de recorrência endoscópica precoce, orientando a estratégia pós-cirúrgica. O objetivo deste estudo foi determinar a taxa de recorrência precoce endoscópica após resseção ileocólica em doentes com DC e identificar possíveis preditores.

Publicado em 2016

A ingestão de corpos estranhos (ICE) e a impactação alimentar (IA) são das urgências mais frequentes em gastrenterologia. O objetivo deste estudo foi identificar fatores preditivos da presença de corpo estranho no tracto digestivo superior e avaliar os resultados e complicações do seu tratamento.

Publicado em 2016

Nos últimos anos, com o desenvolvimento de técnicas endoscópicas mais avançadas, novas portas foram abertas na abordagem diagnóstica e terapêutica da acalásia.

Publicado em 2016

Apesar de não consensual, a presença de metaplasia intestinal é necessária para o diagnóstico de esófago de Barrett (EB). Quando endoscopicamente sugerido, os fatores preditivos para a presença de metaplasia intestinal e a evolução da metaplasia colunar sem células caliciformes não se encontram ainda totalmente definidos.

Publicado em 2016
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