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A infeção é uma complicação frequente nos doentes com doença hepática crónica (DHC) sendo uma importante causa de morbi-mortalidade. A diabetes mellitus (DM) é um fator preditivo de infeção e a sua prevalência é elevada nos doentes com DHC.

Publicado em 2015

A hemocromatose hereditária (HH) é uma doença autossómica recessiva caracterizada por sobrecarga de ferro , levando a lesão no fígado, coração, articulações, pâncreas e glândulas endócrinas. Mutações no gene HFE são detectadas na maioria dos doentes, sendo a homozigotia C282Y a mais frequentemente reportada. O objetivo deste estudo foi analisar uma série de doentes consecutivos oriundos da ilha de São Miguel para avaliar a apresentação, o curso clínico e o outcome da doença.

Publicado em 2015

O papel da quantificação do antigénio de superfície do vírus da hepatite B (AgHBs) nos doentes com hepatite B crónica, tratados com terapêutica antiviral é controverso. Neste trabalho pretende-se avaliar o papel da quantificação do AgHBs antes e durante o tratamento com tenofovir (TDF) e entecavir (ETV).

Publicado em 2015

A quantificação do AgHBs tem ganho importância na monitorização dos portadores do VHB. O seu papel durante a terapêutica antiviral ainda não é claro. Neste trabalho pretende-se avaliar a quantificação do AgHBs durante o tratamento com tenofovir (TDF) ou entecavir (ETV).

Publicado em 2015

Alguns estudos descreveram um agravamento da função renal em doentes com hepatite B crónica (HBC) sob tratamento com análogos de nucleós(t)idos. O objetivo foi avaliar as alterações da função renal em doentes com HBC sob tratamento com entecavir (ETV) e tenofovir disoproxil fumarato (TDF).

Publicado em 2015

Os tumores benignos do fígado são muito comuns, representado cerca de 9% na população mundial. O seu diagnóstico é acidental em exames imagiológicos (ecografias, TAC ou RMN) de rotina e/ou feitas no estudo de outras patologias.

Publicado em 2015

Desde 2011 e até à introdução dos inibidores das polimerases com efeito antiviral direto,  a terapêutica tripla com os os inibidores das proteases de primeira geração (Telaprevir ou Boceprevir), foi a terapêutica gold standard nos doentes infetados com VHC genótipo 1, com taxas de resposta virológica sustentada (RVS)  acima dos 70%.

Publicado em 2015

O tratamento com interferão peguilado e ribavirina foi, durante décadas, o standard of care no tratamento da infeção por vírus da hepatite C (VHC). Apesar das alternativas mais eficazes e melhor toleradas, em muitos países o custo destas novas terapêuticas impede o acesso dos doentes ao tratamento.

Publicado em 2015

A falência hepática aguda (FHA) é uma doença rara e grave, com compromisso súbito da função hepática, que se associa a elevada mortalidade. O transplante hepático de emergência tornou-se o elemento fulcral no aumento da sobrevida destes doentes. O objectivo deste estudo foi avaliar a evolução clínica a longo prazo dos doentes com FHA transplantados e possíveis factores com impacto no prognóstico.

Publicado em 2015

O espectro da infeção pelo vírus da hepatite B (VHB) é muito diversificado, desde portadores inativos até doença hepática terminal e carcinoma hepatocelular. A  prevalência nacional está estimada entre 1 e 1,5%.

Publicado em 2015
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