O esófago hipercontrátil – Jackhammer esophagus – é classificado pela mais recente classificação de Chicago (CCv.3, 2015) como uma perturbação major da peristálise caracterizada por relaxamento normal da transição esófago-gástrica (pressão de relaxamento integrada, IRP, ≤ 20 mmHg) e contrações peristálticas sequenciais de amplitude e duração excessivas (Integral de Contratilidade distal, DCI, >8000 mmHg.cm.seg em ≥ 2 deglutições). Entre os sintomas associados encontram-se a disfagia, dor torácica e pirose. A fisiopatologia e impacto clínico desta condição não se encontram contudo totalmente esclarecidos e a abordagem terapêutica mais eficaz não está estabelecida.


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