O cancro colorectal (CCR) ocorre predominantemente em contexto esporádico. Em cerca de 5% identificam-se mutações germinativas patogénicas que constituem síndromes hereditários. A história de risco para cancro hereditário (RH) – história familiar de CCR ou história pessoal de mais de 10 adenomas num doente com CCR pode alterar a estratégia terapêutica, condicionando cirurgias mais alargadas como colectomia/proctocolectomia total (CT).O cancro colorectal (CCR) ocorre predominantemente em contexto esporádico. Em cerca de 5% identificam-se mutações germinativas patogénicas que constituem síndromes hereditários. A história de risco para cancro hereditário (RH) – história familiar de CCR ou história pessoal de mais de 10 adenomas num doente com CCR pode alterar a estratégia terapêutica, condicionando cirurgias mais alargadas como colectomia/proctocolectomia total (CT).Avaliar o impacto do RH na decisão clínica de um grupo de doentes com CCR.
O cancro colorectal (CCR) em idade pediátrica é extremamente raro e está associado a um prognóstico desfavorável.O cancro colorectal (CCR) em idade pediátrica é extremamente raro e está associado a um prognóstico desfavorável.Caracterizar um grupo de doentes com CCR pediátrico (<18 anos) a nível clínico, patológico e molecular e avaliar a sobrevivência.
Apesar dos avanços no tratamento, e, considerando que uma elevada percentagem dos doentes com cancro colorectal (CCR) experienciam recidiva devido à metastização e quimioresistência, neste estudo pretenderam-se identificar as melhores opções de terapia para subtipos específicos de CCR recentemente propostos.
O cancro colo-rectal (CCR) é um dos mais comuns, havendo evidência de que o carcinoma do cólon direito (CCD) e o do cólon esquerdo (CCE) são biológica e clinicamente diferentes, podendo estas ainda variar de acordo com as regiões geográficas. Pretendeu-se, assim, caracterizar esta patologia na Beira Interior, analisando as diferenças entre CCD e CCE.
Este trabalho teve como principal objectivo estudar o efeito de compostos de citrinos, nomeadamente as PMFs, sobre as CSCs utilizando modelos celulares tridimensionais de cancro colorectal.
A Doença Inflamatória Intestinal (DII) impõe quase sempre medicação crónica para o seu tratamento de modo a diminuir o risco de recidiva e possivelmente de cancro colo-rectal. A adesão à terapêutica é, por isso, crucial para o seu sucesso.
A colocação de próteses metálicas autoexpansíveis (PMAE) é um procedimento endoscópico amplamente realizado como tratamento paliativo do cancro colo-rectal (CCR). Contudo, permanece por clarificar o seu papel como ponte para a cirurgia.
A colonoscopia é o exame de eleição na prevenção e diagnóstico do cancro colo-rectal (CCR). A deteção e tratamento de lesões pré-malignas ou malignas precoces é prática corrente e a polipectomia tornou-se uma técnica básica da endoscopia digestiva baixa, realizada tanto em ambiente hospitalar como ambulatório. Apesar de regular não é isenta de riscos. É prática comum, além da obtenção de consentimento informado antes do procedimento, transmitir informação acerca dos cuidados a ter depois.
Nos últimos anos, tem sido renovado o interesse na vitamina D [25(OH)D] como marcador de risco no cancro colo-rectal (CCR). A literatura recente tem sugerido que os níveis séricos de 25(OH)D se correlacionam inversamente com o risco de adenomas e directamente com a sobrevida de doentes com neoplasia avançada. Propusemo-nos avaliar a associação do nível sérico de 25(OH)D com a incidência de adenomas e cancro colorectal numa população homogénea de mulheres portuguesas seguidas em consulta de ginecologia.
Um terço dos doentes com Cancro Colo-Rectal (CCR) desenvolve metástases ao longo do curso da doença, sendo o pulmão e o fígado os órgãos mais afetados. Apesar da evidência atual não ser suficiente para concluir sobre a eficácia da cirurgia das metástases pulmonares (MP), esta parece associar-se, em doentes selecionados, a aumento da sobrevida, melhoria da qualidade de vida e, nalguns casos, cura.
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