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A doença inflamatória do intestino (DII) foi objeto de estudo de várias comunicações apresentadas na Semana Digestiva 2019. Exemplo disso foi o trabalho exposto pela Dr.ª Cátia Arieira, do Hospital Senhora da Oliveira, em Guimarães. Intitulado "Monitorização da atividade inflamatória da doença de Crohn: simple sonographic sobre versus CEUS: qual utilizar?", o trabalho, que incluiu um coorte de 30 doentes, revelou que a ecografia de contraste “deve ser realizada diariamente na avaliação e estratificação da atividade inflamatória nos utentes com doença de Crohn”. A especialista sintetiza em vídeo as linhas mestras do trabalho realizado.

Publicado em 2019

“A colonoscopia é o melhor método de prevenção do cancro do cólon e reto”. É esta a conclusão de um estudo que analisou as diferenças na utilização da colonoscopia e da pesquisa de sangue ocultado nas fezes no diagnóstico e na prevenção do cancro do cólon e reto. O trabalho foi apresentado e assinado pela Dr.ª Francisca Castro, do Hospital Senhora da Oliveira, em Guimarães, na Semana Digestiva 2019. Em vídeo, a especialista explica os resultados da investigação, lembrando que a doença estudada “é a segunda causa de morte por cancro em Portugal”. Veja o vídeo.

Publicado em 2019

O software de leitura automática Top 100 consegue selecionar 100 imagens num processo de avaliação da atividade inflamatória nos doentes com doença de Crohn. A Dr.ª Marta Freitas, através do cálculo do score de Lewis, verificou uma “excelente concordância entre o método Top 100 e o de leitura clássica”, sobretudo, nos “casos com doença inflamatória moderada e severa”, onde se concluiu que a ferramenta mais recente é “mais útil e rápida” na avaliação da atividade inflamatória. A especialista do Hospital Senhora da Oliveira, em Guimarães, explicou em vídeo os resultados da investigação que comparou os dois métodos de avaliação.

Publicado em 2019

A doença do fígado gordo não alcoólico (NAFLD) está associada a fatores de risco cardiovasculares. Quem o diz é o Dr. Rui Magalhães, do Hospital Senhora da Oliveira, em Guimarães, que, através de métodos não invasivos disponíveis na unidade hospitalar – fibroscan -, conseguiu quantificar o grau de esteatose dos doentes com NAFLD, concluindo que pessoas com um grau de esteatose hepática superior apresentam um risco quatro vezes superior de vir a sofrer eventos cardiovasculares. O especialista explica em vídeo o trabalho desenvolvido.

Publicado em 2019

Na doença de Crohn a avaliação do intestino delgado é uma componente essencial para um correto estadiamento da patologia. Por isso, a Dr.ª Sofia Xavier, do Hospital Senhora da Oliveira, em Guimarães, avaliou os resultados da utilização da enteroscopia por cápsula e da enterografia por ressonância magnética, num intervalo máximo de três meses entre os dois procedimentos. 

Publicado em 2019

O Prof. Doutor José Cotter, diretor do Serviço de Gastrenterologia do Hospital Senhora da Oliveira, em Guimarães, revelou estar “satisfeito” pela “dinâmica e qualidade” das sete comunicações, do Hospital Senhora da Oliveira, em Guimarães, apresentadas na Digestive Diasease Week 2019, nos Estados Unidos, e das 20 comunicações na Semana Digestiva 2019, na qual cinco sob a forma de comunicação oral e as restantes por forma de poster. 

Publicado em 2019
quinta-feira, 27 junho 2019 15:13

Semana Digestiva 2019

Veja algumas fotografias da Semana Digestiva.

Publicado em 2019

Entre as medidas de segurança adotadas numa unidade de endoscopia digestiva, a higienização das mãos é uma das boas práticas, simples e que garante ao utente e profissional de saúde, a prevenção de infeções associadas aos cuidados de saúde. A sensibilização é um fator crucial na mudança de comportamentos dos profissionais, ou na manutenção de boas práticas em contexto da higienização das mãos.

Publicado em 2019

O esófago de Barret (EB) é uma complicação da Doença de refluxo gastro esofágico e constitui o principal factor de risco para o desenvolvimento de adenocarcinoma do esófago através da sequência metaplasia→displasia→adenocarcinoma. As indicações aceites para terapêutica endoscópica no EB são: displasia de baixo e alto grau (confirmadas por 2 patologistas) e adenocarcinoma superficial. A erradicação do EB com terapêuticas ablativas está preconizada após ressecção endoscópica de lesões displásicas, adenocarcinoma ou displasia em mucosa plana. A RFA apresenta superioridade face a outras estratégias.

Publicado em 2019
terça-feira, 03 dezembro 2019 18:06

CORPO ESTRANHO, O IMPREVISTO DE UMA URGÊNCIA

A ingestão de corpos estranhos e o impacto alimentar, constituem uma das urgências mais frequentes em endoscopia digestiva. A evolução tecnológica nesta área tem contribuído para uma elevada taxa de sucesso e segurança na sua resolução. Face aos desafios desta evolução, cabe ao enfermeiro a atualização permanente de conhecimentos técnicos e científicos e gestão do risco inerente ao cuidar do doente em situação urgente.

Publicado em 2019

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