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TERAPÊUTICA HÍBRIDA COMO TRATAMENTO DE 1ª LINHA NA ERRADICAÇÃO DO HELICOBACTER PYLORI
João Estorninho; Nuno Almeida; Luís Tomé

taxa de erradicação do Helicobacter pylori (Hp) tem vindo a diminuir devido à crescente resistência bacteriana à terapêutica antibiótica, com a necessidade de desenvolvimento de novos esquemas terapêuticos. O esquema híbrido surge como um possível tratamento de primeira linha, com taxas de erradicação e de efeitos secundários satisfatórios.

CANCRO COLORECTAL – O IMPACTO DA HISTÓRIA FAMILIAR NA DECISÃO TERAPÊUTICA
João Cortez-Pinto; Isadora Rosa; Rita Vale Rodrigues; Sara Ferreira; Pedro Lage; Isabel Claro; António Dias Pereira; Grupo Multidisciplinar De Ccr .

O cancro colorectal (CCR) ocorre predominantemente em contexto esporádico. Em cerca de 5% identificam-se mutações germinativas patogénicas que constituem síndromes hereditários. A história de risco para cancro hereditário (RH) – história familiar de CCR ou história pessoal de mais de 10 adenomas num doente com CCR pode alterar a estratégia terapêutica, condicionando cirurgias mais alargadas como colectomia/proctocolectomia total (CT).O cancro colorectal (CCR) ocorre predominantemente em contexto esporádico. Em cerca de 5% identificam-se mutações germinativas patogénicas que constituem síndromes hereditários. A história de risco para cancro hereditário (RH) – história familiar de CCR ou história pessoal de mais de 10 adenomas num doente com CCR pode alterar a estratégia terapêutica, condicionando cirurgias mais alargadas como colectomia/proctocolectomia total (CT).Avaliar o impacto do RH na decisão clínica de um grupo de doentes com CCR.

MELANOMA MALIGNO DO TRATO GASTROINTESTINAL – “THE GREAT PRETENDER"
Rui Castro; Inês Pita; Manuel Jácome; Catarina Brandão; Mário Dinis-Ribeiro

O melanoma maligno (MM) é uma neoplasia que metastiza frequentemente para o trato gastrointestinal, podendo ainda ter origem primária no canal anal e esófago. Os sintomas são muitas vezes subtis e inespecíficos, o que pode dificultar o seu diagnóstico. Este estudo tem como objetivo identificar os sintomas gastrointestinais e morfologias mais frequentemente associados aos MM do trato gastrointestinal e a sua variabilidade de acordo com a localização.

MANIFESTAÇÕES OSTEOARTICULARES NA DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL: A EXPERIÊNCIA DE UM CENTRO TERCIÁRIO
Ana L. Santos; Susana Lopes; Rui Gaspar; Patrícia Andrade; Amadeu Corte-Real; Fernando Magro; Guilherme Macedo

Das manifestações extraintestinais associadas a doença inflamatória intestinal (DII) destacam-se, pela sua elevada prevalência, as osteoarticulares (30%). Neste trabalho, pretendeu-se avaliar a prevalência de manifestações osteoarticulares (MOA) em doentes sob terapêutica biológica e os factores associados ao seu desenvolvimento.

O PAPEL DA DEFECOGRAFIA NO SÍNDROME DE OBSTRUÇÃO DEFECATÓRIA
João Correia-Sousa1; Paulo Salgueiro1; Fernando Castro-Poças1,2; Isabel Pedroto1,2

O Síndrome de Obstrução defecatória(SOD) resulta de alterações no mecanismo da defecação, que condicionam dificuldade na expulsão de fezes. Estas alterações podem ser estruturais, funcionais ou ambas. A defecografia providencia informação relevante na avaliação da dinâmica defecatória. Pretendemos correlacionar achados clínicos com achados na defecografia em doentes sintomáticos.

DOENÇA DE CROHN ESTENOSANTE – PODERÁ A NECESSIDADE DE CIRURGIA SER PREVISTA NO PRIMEIRO INTERNAMENTO?
Sofia Xavier1,2,3; Tiago Cúrdia Gonçalves1,2,3; Francisca Dias De Castro1,2,3; Joana Magalhães1,2,3; Maria João Moreira1,2,3; José Cotter1,2,3

Pacientes com Doença de Crohn (DC) são frequentemente internados e uma percentagem significativa requer cirurgia no curso da doença. Pretendemos avaliar se existem preditores de cirurgia no momento da primeira admissão hospitalar com sintomas oclusivos.

REMISSÃO PROFUNDA E CICATRIZAÇÃO DA MUCOSA EM DOENTES SOB IMUNOSSUPRESSÃO COM AZATIOPRINA E 6-MERCAPTOPURINA
Jc Silva; A Rodrigues; Ap Silva; S Fernandes; J Rodrigues; M Sousa; C Gomes; J Carvalho

A cicatrização da mucosa e a remissão profunda (RP) são objectivos terapêuticos na doença inflamatória intestinal (DII).

CÉLULAS ESTAMINAIS DERIVADAS DO TECIDO ADIPOSO: UMA NOVA ABORDAGEM TERAPÊUTICA NAS FÍSTULAS PERIANAIS ASSOCIADAS À DOENÇA DE CROHN
M Tavares; Le Barbosa

A incidência e a prevalência da doença de Crohn (DC) tem aumentado e, ao longo do decurso da doença, cerca de 20% dos doentes irão desenvolver fístulas perianais com impacto significativo na sua qualidade de vida.A incidência e a prevalência da doença de Crohn (DC) tem aumentado e, ao longo do decurso da doença, cerca de 20% dos doentes irão desenvolver fístulas perianais com impacto significativo na sua qualidade de vida.Apesar dos tratamentos médicos e cirúrgicos utilizados atualmente, o tratamento destas fístulas continua a constituir um desafio com baixas taxas de eficácia e com elevadas taxas de recorrência.

CANCRO COLORRETAL EM IDADE JOVEM: A EXPERIÊNCIA DE UM CENTRO
Carina Leal; Pedro Marcos; Catarina Atalaia-Martins; Antonieta Santos; Sandra Barbeiro; Cláudia Gonçalves; Isabel Cotrim; Alexandra Fernandes; Pedro Russo; Liliana Eliseu; Helena Vasconcelos

O cancro colorretal (CCR) é a neoplasia do trato digestivo mais prevalente, recomendando-se rastrear a população aos 50 anos de idade. Nas últimas décadas, tem-se verificado uma redução global da sua incidência; porém, esta tendência não é acompanhada na população jovem, na qual se reporta um aumento desproporcional.

TERAPÊUTICA DE RESGATE COM RIFABUTINA NA INFEÇÃO POR HELICOBACTER PYLORI
Pedro Marcos1; Liliana Eliseu1; Catarina Martins1; Filipe Silva2; Carina Leal1; Isabel Cotrim1; Helena Vasconcelos1

O tratamento da infeção pelo Helicobacter pylori (Hp) continua a constituir um desafio. Entre outros fatores, a emergência de estirpes Hp multirresistentes tem levado ao crescente insucesso dos regimes terapêuticos recomendados. A rifabutina, um antibiótico para o qual o Hp apresenta elevada sensibilidade in vitro e baixas taxas de resistência, tem sido utilizada no nosso centro como terapêutica de resgate conforme previsto nas recomendações internacionais.

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