O diagnóstico da neoplasia do esófago (NE) é habitualmente tardio, associando-se a elevada morbilidade e mortalidade. Estes doentes tendem a desenvolver desnutrição grave, o que torna o suporte nutricional fundamental no seu tratamento. O objetivo deste estudo foi avaliar a exequibilidade, utilidade e segurança da gastrostomia endoscópica (PEG) na NE e identificar indicadores de mau prognóstico nestes doentes.


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