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A IMA é classificada em quatro grupos de acordo com a etiologia: embolia arterial da artéria mesentérica superior (AMS), trombose arterial da AMS e em lesão aterosclerótica preexistente, trombose venosa mesentérica (TVM) e isquemia mesentérica não oclusiva (NOMI). Este caso representa uma trombose aguda da VMS com extensão do trombo para a veia porta. A TVM é responsável por 5 a 15% dos casos de IMA. Embora a enteroscopia assistida por dispositivo emergente (nas primeiras 24 horas), não esteja amplamente implementada, há relatos que o seu uso precoce resulta num aumento da rentabilidade diagnóstica e terapêutica.

Publicado em 2018
quinta, 26 julho 2018 11:50

UMA ENDOSCOPIA ABENÇOADA

A ingestão de corpos estranhos não alimentares, nos adultos, é mais frequente em idosos e doentes com patologia psiquiátrica. Salienta-se a importância deste caso pela peculiaridade do objeto ingerido e respetiva iconografia.

Publicado em 2018

A isquemia gástrica pode ter diferentes etiologias, nomeadamente hipotensão sistémica, vasculite, doença tromboembólica e estenose celíaca/mesentérica. No caso descrito foi possível documentar endoscopicamente a ocorrência de necrose da parede gástrica a envolver quase toda a cavidade gástrica, numa doente sem antecedentes ou evidência de doença vascular. Mesmo na ausência de tratamento cirúrgico, por más condições pré-operatórias, a doente respondeu a tratamento de suporte, mantendo estado geral razoável 6 meses após o evento descrito.

Publicado em 2018

Os tumores do estroma gastrointestinal (GIST) com origem no duodeno são raros e constituem 3 a 5% de todos os GIST. A segunda porção duodenal é a localização mais comum, seguindo-se da terceira, quarta e primeira (5-25%) porções duodenais. Os autores apresentam um caso de hemorragia digestiva com origem num GIST localizado no bulbo duodenal.

Publicado em 2018

A drenagem de abcessos abdominais e retroperitoneais por via endoscópica é uma terapêutica com eficácia e segurança reconhecidas, mas é imperativo realizar uma seleção criteriosa dos doentes.

Publicado em 2018

Este caso pretende salientar o papel da disseção da submucosa com método de tração na resseção com intuito curativo de uma neoplasia esofágica, em doente com múltiplas comorbilidades. O método de tração poderá conferir maior facilidade e segurança na execução técnica.

Publicado em 2018

A ressecção de lesões do cardia por DES pode ser tecnicamente mais difícil, obrigando muitas das vezes a uma abordagem combinada em visão directa e retroflexão. As dimensões/características da lesão em particular obrigaram a uma excisão da mucosa circunferencial, situação particularmente rara, com as dificuldades inerentes à mesma. A utilização da técnica de tunelização da submucosa realizada durante a ressecção facilitou o procedimento.

Publicado em 2018

A formação de estenoses anastomóticas é uma complicação frequente da cirurgia colorretal. A obstrução completa do lumen é uma ocorrência rara, obrigando frequentemente a reintervenção cirúrgica por impossibilidade de passagem de sistemas de dilatação endoscópica e próteses convencionais. Casos esporádicos de repermeabilização de estenoses completas guiada por ecoendoscopia com recurso a LAMS têm sido reportados na literatura. O presente caso ilustra a eficácia terapêutica desta abordagem minimamente invasiva, bem como a sua aplicabilidade na prática clínica corrente.

Publicado em 2018

A técnica POEM foi descrita recentemente para o tratamento da acalásia revelando-se uma opção terapêutica eficaz (taxas de sucesso clínico > 90%). Ainda que tecnicamente possa ser mais difícil e demorado em doentes com miotomia cirúrgica prévia, a aplicação da técnica nestes casos tem apresentado resultados de eficácia e segurança globalmente sobreponíveis quando comparados com doentes naïves. Descreve-se a técnica de POEM demonstrando-se ser uma opção terapêutica em doentes com recidiva/falência pós miotomia de Heller destacando-se as particularidades nestes casos: necessidade de abordagem posterior; demonstração de fibrose durante túnel da submucosa.

Publicado em 2018

A mucosectomia ou disseção da submucosa de adenomas duodenais não-ampulares, principalmente se ausência/elevação subóptima da submucosa, revelam-se frequentemente ineficazes e com risco acrescido de perfuração. A abordagem cirúrgica pode obrigar a resseções extensas, com elevada morbilidade. O FTRD é uma técnica endoscópica minimamente invasiva que permite resseção transmural com aplicação prévia de OTSC (clip-and-cut), com resultados promissores na abordagem de lesões do trato digestivo.

Publicado em 2018

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