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Apesar da apresentação dos quistos biliares ser tipicamente na infância ou adolescência, existem séries de casos descritas em adultos, associando-se mais frequentemente a complicações. O seu diagnóstico é essencial dado que poderão ser abordados por via endoscópica ou removidos cirurgicamente, quando sintomáticos.

Publicado em 2018

A Pneumatose do Trato Gastrointestinal (PTGI) é uma condição rara e idiopática. Não existe tendência de género e manifesta-se, mais comumente, na quarta e quinta décadas. O trato gastrointestinal pode ser todo afetado, embora o segmento mais frequentemente acometido seja o cólon (46%), seguido do intestino delgado (27%). A pneumatose esofágica é extremamente rara. Apesar de ser uma doença escassamente estudada, foi comprovada a associação com condições como, doença ulcerosa péptica, doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC), realização de procedimentos endoscópicos, entre outras.

Publicado em 2018

Este caso ilustra a importância do diagnóstico de perfurações gastrointestinais por corpos estranhos, realçando o papel da terapêutica endoscópica em casos selecionados.

Publicado em 2018

PFI do ileon terminal a condicionar invaginação ileo-cólica é uma entidade extremamente rara, dos quais apenas 4 eram gigantes (> 4cm). Da revisão da literatura, este é o PFI do cólon com maiores dimensões alguma vez descrito. Apresenta-se o caso pela raridade e documentamos com a respetiva iconografia.

Publicado em 2018

A esofagite aguda induzida por fármacos tem uma incidência de 3,9/100000. Inicia-se algumas horas a um mês após a instituição do fármaco e os sintomas mais comuns são dor retrosternal/pirose (60%), odinofagia (50%) e disfagia (40%). No presente caso os achados de ulceração e posterior estenose esofágica associados à documentação histológica de depósitos de cristais de ferro permitiu a confirmação do diagnóstico, verificando-se resolução do quadro após suspensão do fármaco.

Publicado em 2018

A extracção de corpos estranhos é um dos grandes desafios da Urgência de Gastrenterologia. A ocorrência de laceração e perfuração esofágica na extracção são as complicações mais temidas. No presente caso pela idade precoce do doente e morfologia contundente do corpo estranho decidiu-se acoplar um colector urinário adaptado (cortado nas extremidades) ao endoscópio alto. Na introdução do aparelho o colector estava com a face interna dobrada para fora, permitindo que na retirada ao passar a JEG este se desdobrasse e recobrisse o corpo estranho protegendo a mucosa esofágica.

Publicado em 2018

A entubação nasogástrica é considerada um procedimento fácil e geralmente seguro. Contudo, cerca de 2% das entubações resultam em complicações traqueo-pulmonares. Indicadores clínicos da posição da sonda, como insuflação de ar e auscultação epigástrica, têm uma alta taxa de erro. A correta posição da sonda pode ser confirmada através da aspiração de um conteúdo ácido (pH<5) ou de uma radiografia de tórax. Em casos difíceis, o procedimento pode ser realizado com apoio endoscópico ou fluoroscópico.

Publicado em 2018

A ingestão de corpos estranhos e complicações associadas são um desafio diagnóstico e terapêutico. A perfuração gástrica e pancreática por ingestão de corpos estranhos é uma complicação rara e potencialmente grave. Em casos selecionados a abordagem endoscópica, poderá apresentar-se como uma opção menos invasiva e com menor morbilidade associada. Descrevemos um caso de remoção endoscópica de sucesso sem qualquer complicação associada.

Publicado em 2018

A Organização Mundial de Saúde (OMS) categoriza os tumores neuroendócrinos (TNE) de acordo com o prognóstico com base no índice mitótico e índice proliferativo ki67. Os TNE do recto constituem 29% de todos os TNE do trato gastrointestinal. São geralmente pequenos e bem diferenciados apresentando um bom prognóstico. A ecoendoscopia é um método de diagnóstico fundamental, pois permite avaliar o tamanho do tumor, profundidade de invasão e presença de metastização linfática para-rectal, aspectos indispensáveis na decisão terapêutica.

Publicado em 2018

O BBS é uma complicação rara, mas potencialmente fatal. Têm sido descritas várias técnicas endoscópicas e/ou cirúrgicas para resolver esta intercorrência, mas o desbridamento cirúrgico está formalmente indicado quando está presente um abcesso da parede abdominal. Este caso, documentado iconograficamente, demonstra que, na ausência de sinais de peritonite, uma abordagem endoscópica mais agressiva é passível de resolver estas situações, evitando assim uma terapêutica mais invasiva e potencialmente deletéria para o doente.

Publicado em 2018

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