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REAÇÃO GRANULOMATOSA DE CORPO ESTRANHO SIMULANDO TUMOR INTRA-ABDOMINAL
Moura M, Carvalhana S, Ferreira P, Antunes T, Cortez-Pinto H, Velosa J.

Homem de 59 anos internado por febre, icterícia, colúria, acolia, anorexia e emagrecimento (>10% peso corporal) com 2 meses de evolução. Tinha antecedentes de carvernoma da porta e colecistectomia laparoscópica por colelitíase há 3 anos (pós operatório complicado de coleção abdominal). À observação salientava-se apenas  escleróticas ictéricas. Analiticamente destacava-se hemoglobina de 9.8 g/dL e padrão de colestase hepática (AST 35 U/L, ALT 57 U/L, GGT  820U/L, FA 740U/L, bilirrubina total 2mg/dL), sem elevação de parâmetros inflamatórios.

COLEDOCOLITIASE RECORRENTE PÓS-CPRE - ESTARÃO OS FACTORES DE RISCO MARCADOS NA PEDRA?
Boal Carvalho P (1), Dias de Castro F (1), Rosa B (1), Cotter J (1,2,3)

Após a remoção de cálculos da via biliar (CVB) através da colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), 25% dos doentes apresentam coledocolitíase recorrente. Pretendemos identificar factores de risco para coledocolitiase recorrente após remoção completa de CVB por CPRE.

O IMPACTO DA DRENAGEM BILIAR PRÉ-OPERATÓRIA DE NEOPLASIAS BILIOPANCREÁTICAS
Costa Santos M., Ferreira A., Ferreira R., Palmela C. Gouveia C., Cunha C., Loureiro R., Barjas E., Santos A.A., Cravo M., Maio R.

O benefício da drenagem biliar pré-operatória (DBPO) de neoplasias bioliopancreáticas é incerto. O nosso objetivo foi comparar a morbi-mortalidade pós-operatória nos doentes com neoplasias biliopancreáticas submetidos a DBPO com os submetidos a cirurgia direta.

EFICÁCIA E SEGURANÇA DA COLANGIOPANCREATOGRAFIA RETRÓGRADA ENDOSCÓPICA EM DOENTES COM MAIS DE 85 ANOS
Túlio M., Carvalho L., Marques S., Carmo J., Rodrigues J., Charrua B., Barreiro P., Bana e Costa T., Chagas C.

O papel da Colangiopancreatografia Retrógrada Endoscópica (CPRE) no diagnóstico e tratamento de doenças biliares está bem estabelecido. Apesar do envelhecimento populacional, poucos estudos avaliaram a sua eficácia e segurança em doentes idosos. Pretende-se avaliar a eficácia e segurança da CPRE em doentes com mais de 85 anos.

FATORES ASSOCIADOS AO SUCESSO E ÀS COMPLICAÇÕES NA CPRE TENDO EM CONTA O GRAU DE DIFICULDADE DOS PROCEDIMENTOS
Costa S., Ferreira A., Gonçalves R.

A CPRE é um procedimento endoscópico com papel quase exclusivamente terapêutico na atualidade. Na análise dos outcomes é relevante não só o número mas também o grau de dificuldade dos procedimentos e neste sentido a American Society for Gastrointestinal Endoscopy - ASGE modificou e adotou um score inicialmente desenvolvido por Schutz e Abbot. Pretendeu-se identificar fatores associados ao sucesso e às complicações da CPRE tendo em conta o grau de dificuldade dos procedimentos utilizando o score da ASGE.

ACUIDADE DIAGNÓSTICA DA CITOLOGIA ESFOLIATIVA NAS ESTENOSES DA VIA BILIAR
Palmela C., Costa Santos M.P., Gouveia C., Ferreira R., Barjas E., Loureiro R., Santos A.A., Glória L., Oliveira H., Cravo M.

As estenoses da via biliar (VB) são um achado frequente nas CPREs realizadas para estudo de icterícia obstrutiva. A citologia é um método simples e seguro, no entanto com uma sensibilidade diagnóstica variável entre 18-65%.

PRÓTESES METÁLICAS AUTO-EXPANSÍVEIS TOTALMENTE COBERTAS NAS DOENÇAS BILIO-PANCREÁTICAS – PARA ALÉM DAS ESTENOSES BILIARES BENIGNAS…
Lourenço LC, Branco JC, Horta D, Canena J, Reis J

As próteses metálicas auto-expansíveis totalmente cobertas (PMAEC) têm um papel importante conhecido nas estenoses biliares benignas (EBB). A sua utilização tem vindo a ser preconizada noutras indicações, nomeadamente, controlo de complicações da CPRE como a hemorragia papilar iatrogénica (HPI), as disseções da parede duodenal e perfurações peri-papilares (DD/PPP) bem como o encerramento de fugas biliares pós-cirúrgicas (FBPC) e a drenagem de estenoses biliares malignas (EBM).

O QUE ESCONDE A POLIÚRIA NUM DOENTE COM DOENÇA HEPÁTICA CRÓNICA
Gravito-Soares M(1), Gravito-Soares E(1), Figueiredo P(1), Amaro P(1), Marques V(2), Retroz E(2), Elvas L(1), Sofia C(1)

A paracentese evacuadora consiste na remoção de líquido ascítico, acumulado na cavidade peritoneal, através da punção da parede abdominal. O uso crescente de dispositivos médicos poderá condicionar a ocorrência de vias iatrogénicas de drenagem do líquido ascítico, com morbimortalidade não desprezível.

METASTIZAÇÃO ATÍPICA COM ENVOLVIMENTO CARDÍACO DE CARCINOMA HEPATOCELULAR
Peixoto A, Pereira P, Meireles S, Macedo G

A metastização cardíaca de hepatocarcinoma é pouco comum, e habitualmente resulta de invasão directa por parte do tumor, sendo particularmente raro o envolvimento isolado do ventrículo direito. A maioria dos doentes é diagnosticado na presença de sintomas, nomeadamente tromboembolismo e obstrução do tracto de saída, o que reforça a particularidade deste caso de diagnóstico fortuito. Na ausência de distúrbios da função cardíaca a terapêutica com sorafenib parece não ser contraindicação, tal como sugerido neste caso.

UMA CAUSA RARA DE HEPATITE AGUDA COLESTÁTICA
Monteiro S (1), Magalhães J (1), Leite S (1), Marinho C (1), Cotter J (1,2,3)

O vírus Epstein-Barr (EBV) é responsável pela mononucleose infeciosa (MI), cuja infeção atinge mais de 90% da população. A primoinfeção pode ocorrer em qualquer idade. Em crianças é geralmente subclínica porém é sintomática em adolescentes ou jovens adultos. A presença de icterícia é observada em apenas 5% dos casos.

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