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MIGRAÇÃO DE PRÓTESES BILIARES PLÁSTICAS – UM EVENTO PREVISÍVEL?
Branquinho D, Almeida N, Gomes D, Camacho E, Mendes S, Sofia C

A colocação de próteses plásticas na via biliar é um procedimento comum em CPRE, permitindo manter a drenagem biliar perante uma estenose ou um cálculo não passível de remoção imediata. No entanto, a sua migração pode ocorrer o que tem implicações muito relevantes e potencialmente deletérias. 

CPRE EM DOENTES COM 90 ANOS OU MAIS
Costa S., Ferreira A., Gonçalves R.,

No idoso há uma prevalência aumentada de colelitíase, coledocolitíase e neoplasia pancreato-biliar. Com a esperança média de vida a aumentar estima-se que o número de CPREs em doentes com idade avançada assuma cada vez maior relevância no total de procedimentos realizados numa Unidade de CPRE.

RENTABILIDADE DA CITOLOGIA ESFOLIATIVA E DA PUNÇÃO ASPIRATIVA POR AGULHA FINA NO DIAGNÓSTICO DE TUMORES DA CABEÇA DO PÂNCREAS
Russo P., Costa M.N., Carvalho D., Capela T., Loureiro R., Silva M. J., Canena J., Dias A. M., Ramos G., Coimbra J.

O estabelecimento do melhor plano terapêutico num doente com tumor da cabeça do pâncreas (TCP) exige frequentemente a sua caracterização cito/histológica. A punção aspirativa por agulha fina (PAAF) realizada por ultrassonografia endoscópica é actualmente o método de 1.ª linha, sendo que a citologia esfoliativa (CE) realizada por colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) tem resultados historicamente inferiores. Existirá um papel na prática actual para a CE nos TCP?

CANCRO DO PÂNCREAS RESSECÁVEL: ESTAREMOS A REALIZAR UMA BOA AVALIAÇÃO PRÉ-CIÚRGICA?
Coelho R , Moutinho-Ribeiro P , Gaspar R , Andrade P , Liberal R , Morais R, Costa-Moreira P, Santos AL, Vilas-Boas F , Lopes S , Pereira P , Macedo G

O cancro do pâncreas (CP) é a neoplasia gastrointestinal com pior sobrevida. É por isso fundamental oferecer o melhor tratamento em cada estadio de doença, sendo para tal necessário um estadiamento correto. O objetivo foi comparar a concordância entre o estadiamento pré e pós-cirúrgico através dos vários métodos de imagem.

PAPEL DA ECOENDOSCOPIA NA PANCREATITE AGUDA DE CAUSA INDETERMINADA: EXPERIÊNCIA INICIAL DE UM CENTRO HOSPITALAR
Marques S, Carmo J, Túlio M, Bispo M, Chagas C

Em até 30% dos casos de pancreatite aguda (PA), a avaliação etiológica inicial recomendada pelas guidelines internacionais (avaliação clínica, laboratorial e imagiológica, incluindo ecografia e TC) não permite determinar a causa subjacente. A identificação precisa da sua etiologia tem importantes implicações terapêuticas e pode prevenir a sua recorrência. Este estudo teve como objetivo avaliar o papel da ecoendoscopia (EUS) na PA de causa indeterminada (PACI).

CAPACIDADE DIAGNÓSTICA DA CPRM PARA DETETAR LITÍASE DA VIA BILIAR PRINCIPAL
Perdigoto D.1, Almeida N.1, Andrade D.2, Marques C.2, Gomes D.1, Mendes S.1, Camacho E.1, Mesquita R.1, Rosa A.1, Caseiro Alves F.2, Sofia C.1.

A litíase da via biliar principal é uma patologia frequente que se pode associar a complicações potencialmente graves como a colangite ou pancreatite aguda. Os melhores métodos para o seu diagnóstico são a Colangiopancreatoressonância magnética (CPRM) e a ecoendoscopia. A CPRM tem a vantagem de ser menos invasiva e melhor tolerada pelo doente. Dado que após a deteção de litíase é comum proceder-se a um ato terapêutico a falsa sugestão de coledocolitíase na CPRM pode resultar na realização de CPRE de forma fútil.

PRESENÇA DE NEOPLASIAS INTRAEPITELIAIS PANCREÁTICAS NO CANCRO PANCREÁTICO RESSECADO
Coelho R (1), Moutinho-Ribeiro P (1), Gaspar R (1), Andrade P (1), Liberal R (1), Morais (1), Costa-Moreira P (1), Santos A.L. (1), Vilas-Boas F (1), Lopes S (1), Pereira P (1), Macedo G (1)

A elevada taxa de mortalidade por cancro do pâncreas (CP) relaciona-se, entre outros fatores, com a ausência de métodos que permitiam identificar lesões percursoras desta neoplasia. O conhecimento do papel das neoplasias intraepiteliais pancreáticas (PanIN) no CP é ainda reduzido. O objetivo foi relacionar a presença de lesões de PanIN em peça operatória com dados demográficos, clínicos e de sobrevida dos doentes com CP.

FATORES DE RISCO E PROFILAXIA DA PANCREATITE PÓS-CPRE
Perdigoto D., Gomes D., Almeida N., Mendes S., Camacho E., Mesquita R., Alves A.R., Elvas. L., Barbeiro S., Giestas S., Fernandes A., Oliveira A., Sofia C.

A pancreatite aguda é a principal complicação da CPRE sendo potencialmente grave em alguns casos.

DERMATOSE PERFURANTE REACTIVA ADQUIRIDA COMO MANIFESTAÇÃO INAUGURAL DE COLESTASE EXTRA-HEPÁTICA
Simões C.B., Roda A., Pedro A.J., Soares de Almeida L., Santos J.M., Victorino R.M.M.

A patogénese da DPRA é desconhecida, admitindo-se, no entanto, que o prurido possa ser o factor desencadeante major através de microtraumatismos cutâneos causados pela coceira em doentes com susceptibilidade genética. A associação de patologia hepatobiliar colestática e DPRA tem raríssimas descrições na literatura. Deste modo os autores consideram que o caso acima apresentado representa uma forma raríssima de expressão clínica inaugural de colestase extra-hepática.

DOENÇA BILIOPANCREÁTICA AUTOIMUNE: UMA ENTIDADE DE DIFÍCIL DIAGNÓSTICO
Gravito-Soares E(1), Gravito-Soares M(1), Almeida N(1), Oliveira R(2), Cipriano MA(2), Silva N(3), Sofia C(1)

A Doença Biliopancreática Autoimune (DBPAI) é uma patologia benigna que compreende a Colangiopatia Autoimune (CAI) e a Pancreatite Autoimune (PAI), associadas ou não a IgG4. O diagnóstico é difícil, podendo mimetizar neoplasias e implicando frequentemente a resseção cirúrgica para a sua exclusão.

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