SPGspeAPEF

Newsletter
captcha 
ACOMPANHANTE EM ESPERA! O QUE ESPERAM ...
Carvalho A*,Pedregal S,Gonçalves N, Monteiro C, Freire A, Barros S, Mena C, Rodrigues E, Cruz I, Mesquita S.

Na Sala de Espera num Centro de Endoscopia Digestiva deparamo-nos diariamente com falta de informação e quadros de ansiedade aumentados, por parte dos familiares e/ou acompanhantes dos utentes, demonstrando ser um foco de atenção assistencial, ao qual pretendemos dar resposta. O papel do enfermeiro é crucial no esclarecimento sobre o procedimento, possíveis tempos de espera, de vigilância e previsão de alta.

CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO DOENTE COM PEG
Loureiro H, Regalo c, Alemeida C, Cardoso S, Cruz P, Mendes R

A gastrostomia percutânea endoscópica (PEG) é um procedimento para colocação de um dispositivo para alimentação via abdominal, considerada atualmente uma técnica de eleição para colmatar as carências nutricionais dos utentes do foro neurológico e oncológico, com necessidades de alimentação entérica.

LASA ALERTA ... UMA REALIDADE
Pedregal S*, Carvalho A, Gonçalves N, Monteiro C, Freire A, Barros S, Mena C, Rodrigues E, Cruz I, Mesquita S.

As instituições prestadoras de cuidados de saúde, através das direcções clínicas e equipas multidisciplinares são responsáveis por implementar práticas seguras no que respeita à medicação, cujos erros se tornam uma realidade.

CHECK-IN PARA A EMERGÊNCIA – UMA VIAGEM
Freire A *, Rodrigues E, Mena C, Barros S, Monteiro C, Gonçalves N, Pedregal S, Carvalho A, Mesquita S, Cruz I.

Em qualquer contexto assistencial no Centro de Endoscopia Digestiva (CED) existe o risco potencial de despoletar uma situação de risco de vida ou compromisso de funções vitais a necessitar de tratamento imediato, implicando a transferência do utente para serviços diferenciados.

O HIATO DO PROCEDIMENTO À ALTA ... RECOBRO
Mesquita S*, Cruz I,Gonçalves N*, Monteiro C, Freire A, Barros S, Mena C, Rodrigues E,Pedregal S, Carvalho A.

O recobro é uma valência no Centro de Endoscopia Digestiva, que deve privilegiar profissionais capacitados para a prevenção e deteção precoce de possivéis intercorrências adjacentes dos vários procedimentos, para a promoção da saúde, readaptação funcional, bem como, o bem-estar e auto-cuidado do utente.

PREPARAÇÃO INTESTINAL – INDICADOR DE QUALIDADE EM COLONOSCOPIA
Loureiro H,Regalo C,Almeida C,Cruz P,Cardoso S,Mendes R

Uma preparação inadequada prolonga o tempo de intubação e de retirada do colonoscópio e aumenta o desconforto do doente devido à necessidade de maior insuflação de ar. Verifica-se ainda um maior risco de complicações durante o procedimento, uma diminuição da deteção de lesões, uma necessidade de realização de controlos mais frequentes e consequentemente um aumento dos custos em cuidados de saúde. Para contrariar estes factos é imprescendivel a intervenção do enfermeiro no ensino personalizado para colonoscopia.

PERFURAÇÃO IATROGÉNICA DO RETO APÓS ALGALIAÇÃO: RESOLUÇÃO COM CLIP OVER THE SCOPE?
Rocha C., Lima C., Sousa I., Almeida I., Carvalho J.

As perfurações que ocorrem no reto são raras pela própria anatomia, mas podem ser extremamente graves, devido ao risco elevado de choque, infeção e peritonite.

VIGILÂNCIA DE INFECÇÃO EM ENDOSCOPIA
Ribeiro F,Pedra G, Andrade M, Silva O, Caldas P, Barros P

Seguindo as recomendações categorizadas segundo os critérios da Sociedade Australiana de Endoscopia Digestiva e da DGS, o Centro de Endoscopia do CHP,  instituiu em Setembro de 2012 um "Protocolo de Vigilância de Infecção em Endoscopia". Procede-se assim, a um controlo microbiológico das máquinas de desinfecção, dos duodenoscópios e ecoendoscópios e trimestral dos endoscopios altos e colonoscópios. O equipamento sujeito a controlo só volta a ser utilizado após  resultado microbiológico de "estéril".

HEMOSPRAY NA HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA: PAPEL DO ENFERMEIRO
Teixeira V, Sousa C, Bré R

A hemorragia digestiva alta (HDA) constitui a causa mais frequente de urgência em gastrenterologia. A escolha do tratamento varia de acordo com a etiologia da hemorragia. O Hemospray® é um hemostático sob a forma de pó, que tem demonstrado bons resultados no tratamento da HDA. Apresenta como principais vantagens: fácil aplicação, não necessidade de contacto direto com o tecido e aplicabilidade em vários tipos de lesões com hemorragia ativa.

TRANSPLANTE DE MICROBIOTA FECAL: UM DESAFIO!
Lima C., Rocha C., Hespanhol T., Almeida I., Sousa I., Ponte A.,Carvalho J.

A doença associada ao Clostridium Difficile, é feita pela transmissão fecal-oral através de esporos, esta é  uma infeção associada aos cuidados de Saúde, após terapia antimicrobiana.

Pesquisa

Ano

Título

Autores

Termos

Tipo de Comunicação